- Ganhar o Pan é muito importante para o nosso país e para esta geração. Foi um jogo difícil, Cuba mostrou que vai crescer muito até os Jogos de 2012. Não é vingança, mas era uma responsabilidade que a gente tinha desde que chegou aqui. Desde que pisamos na Vila, falávamos que tínhamos que tentar. Até aprendi um verbo em espanhol “intentar” – afirmou o treinador.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Brasil passa pelas cubanas e leva o ouro no vôlei
O fantasma de quatro anos atrás estava lá de novo para assombrar a seleção feminina de vôlei. O adversário na final desta quinta-feira, em Guadalajara, era a mesma Cuba do Pan do Rio, quando o Brasil viu evaporar meia dúzia de match points e amargou uma derrota dolorosa no Maracanãzinho. Era hora da revanche, e ela não foi nem de perto tranquila como o confronto da primeira fase. Em cinco sets como no Rio, as meninas comandadas por Zé Roberto Guimarães resolveram mudar o roteiro no tie-break. Com cinco pontos de vantagem no set desempate, cravaram os 3 a 2 (25/15, 21/25, 25/21, 21/25 e 15/10). De uma só tacada, foi-se o fantasma cubano e veio a medalha de ouro que faltava para esta geração.
- Ganhar o Pan é muito importante para o nosso país e para esta geração. Foi um jogo difícil, Cuba mostrou que vai crescer muito até os Jogos de 2012. Não é vingança, mas era uma responsabilidade que a gente tinha desde que chegou aqui. Desde que pisamos na Vila, falávamos que tínhamos que tentar. Até aprendi um verbo em espanhol “intentar” – afirmou o treinador.
- Ganhar o Pan é muito importante para o nosso país e para esta geração. Foi um jogo difícil, Cuba mostrou que vai crescer muito até os Jogos de 2012. Não é vingança, mas era uma responsabilidade que a gente tinha desde que chegou aqui. Desde que pisamos na Vila, falávamos que tínhamos que tentar. Até aprendi um verbo em espanhol “intentar” – afirmou o treinador.
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