terça-feira, 5 de março de 2013

Atenção na mudança da regra para 2013


9.2 CARACTERÍSTICAS DO TOQUE
9.2.1 A bola pode ser tocada com qualquer parte do corpo.
9.2.2 A bola não deve ser agarrada nem/ou arremessada. Pode ser devolvida em qualquer direção.
9.2.3 A bola pode tocar várias partes do corpo, contanto que estes contatos ocorram simultaneamente.
Exceções:
9.2.3.1 no bloqueio, contatos consecutivos podem ocorrer entre um ou mais jogadores, desde que  os contatos ocorram durante a mesma ação;
9.2.3.2 no primeiro toque da equipe, (exceto 9.2.4) a bola pode tocar várias partes do corpo consecutivamente, contanto que os contatos ocorram durante a mesma ação.

9.2.4 É falta, durante a recepção do saque, fazer um contato duplo ou agarrar/conduzir usando na ação a ponta dos dedos (toque).

Comentário de Carlos Bizzocchi (Técnico de voleibol e comentarista esportivo):

As mudanças de regra do voleibol para 2013


Mais uma vez, a Federação Internacional de Volleyball muda as regras de jogo. O Congresso de setembro que elegeu o brasileiro Ary Graça presidente da entidade estabeleceu, entre outras modificações menos impactantes, que não será mais permitido, a partir de 2013, cometer dois toques ao receber o saque adversário em toque por cima. Isso alterará significativamente a técnica e a tática coletiva.
Vale lembrar que antes do advento da manchete, o esporte se caracterizava pela habilidade dos atletas em se posicionar sob a bola para receber o saque em toque. Esta plasticidade é defendida por muitos saudosistas como marca de um voleibol mais técnico e bonito de se ver. A manchete, todavia, implantou uma nova e unânime maneira de recepção, a ponto de os árbitros punirem com rigor qualquer tentativa de realizá-la em toque por cima. Depois de atravessar quase quatro décadas como fundamento exclusivo para esta situação, ela perdeu espaço para o toque quando a FIVB liberou os dois toques para a primeira ação coletiva. Ou seja, o jogador podia tocar simultaneamente na bola, desde que numa só ação, toda a vez que ela viesse do campo adversário, seja em forma de saque ou ataque.
Como os sistemas de recepção já utilizavam dois para realizar a função para saques flutuantes, a utilização do toque na primeira ação resolvia um grande problema de otimização da ocupação de espaços. O jogador podia se colocar mais à frente e passar em toque – na verdade um novo fundamento de rebater com as mãos espalmadas – as bolas que eram dirigidas ao fundo da quadra, potencializando assim, o deslocamento para o ataque subsequente. Vários passadores se especializaram na função e ganharam espaço no mercado por causa da eficiência que aliava controle do toque por cima e posicionamento diferenciado. Esse foi também um dos motivos do saque “viagem” ganhar preferência, principalmente entre os homens.
A partir de 2013, esses atletas, se não se adaptarem, perderão espaço nas equipes. A tônica do treinamento técnico passará a ser deslocamentos eficientes, principalmente para a frente, e desenvolvimento das variações da manchete, preponderantemente a alta – aquela que é realizada na altura dos ombros. Tudo isso, logicamente, a um aumento da eficácia da ação de acordo com as novas exigências.
Creio que algumas tendências podem ser adiantadas. O saque flutuante em suspensão, também conhecido como “chapado”, deverá ser mais utilizado, pois é o que mais pode dificultar a recepção em manchete, devido à velocidade da bola e a possibilidade de variação – encurtando ou alongando a trajetória da bola –, obrigando o passador a se deslocar rapidamente. Impossibilitado de receber em toque, este atleta precisará recuar seu posicionamento expondo as regiões à sua frente. Em relação ao saque “viagem”, não haverá mudanças significativas, pois os três passadores já se posicionam de modo a facilitar a realização do passe em manchete, devido à violência do saque.
Em especial há três situações táticas que precisarão ser repensadas pelos técnicos. Nas formações de saída, há duas posições – a P5 e a P4, ou seja, as que o levantador está na posição 5 e 4, respectivamente – em que o ponteiro que normalmente não é o especialista em saques flutuantes fica exposto, em razão das imposições das regras de posicionamento dos jogadores. Nestes dois casos, o terceiro ponteiro ocupa uma faixa junto à linha lateral esquerda que pode ser buscada com mais frequência pelos sacadores pela posição 1. Como ele não pode abandonar a região antes do saque nem se posicionar muito recuado, pois não é um especialista no passe em manchete, ele ficará mais vulnerável.
Outro jogador que se vale do toque por cima para receber saques curtos é o atacante de meio. Com isso, ele não precisa recuar excessivamente para passar em manchete e alivia um pouco o trabalho dos passadores que deixam as regiões próximas à zona de ataque para ele. Com a impossibilidade de se receber em toque – mesmo não sendo proibido, haverá uma preocupação com a interpretação do árbitro – a divisão das responsabilidades precisará ser repensada.
O começo de 2013 será de muito trabalho para todos. Essa é uma alteração que não afeta a vida somente de ponteiros passadores e líberos, mas de todos os jogadores e da comissão técnica que precisará remodelar os princípios táticos da recepção, com respingos para a consequente formação ofensiva.
Ouso adiantar uma consequência indireta: os ralis serão mais longos e consequentemente os jogos, principalmente masculinos, terão maior duração. Com a diminuição da qualidade da recepção, os levantamentos passarão a ser mais previsíveis, facilitando a montagem dos bloqueios e possibilitando mais chances às defesas e aumentando o número de ações de contra-ataque.
E não mais se ouvirá nos ginásios lotados aquele “Ohohohoh” de reclamação toda vez que um atleta recebe o saque com as mãos espalmadas.
Aproveito para agradecer ao amigo Josebel Palmeirim, uma das referências na arbitragem nacional e internacional, pelo envio do material referente às mudanças.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

OLIMPÍADAS 200 ANOS DE PELOTAS


SÃO JOSÉ CAMPEÃO E 3º LUGAR PRÉ-MIRIM FEMININO

O Colégio São José colocou suas duas equipes na finais da Olimpíada 200 Anos de Pelotas, sendo uma campeã e a outra em 3º lugar.
Resultados:
Semi-final: São José A 2x0 São José B
Semi-final: Rondon 2x0 Gonzaga
3º/4º lugar: São José B 2x0 Gonzaga
Final: São José A 2x1 Rondon

Classificação Final Pré-mirim feminino:
Campeão: São José A
Vice: Rondon
3º lugar: São José B
4º lugar: Gonzaga

Parabéns as meninas do Colégio São José pela conquista e garra demonstrada nos jogos.


                                                                São José B - 3º lugar


                                                              São José A - Campeão

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

OLÍMPIADA 200 ANOS DE PELOTAS

Resultados Mirim feminino

08/11 - Colégio Érico Veríssimo

São José B 0x2 Rondon (Rondon descumpriu regra das 9 atletas e perdeu os pontos do jogo)
ESFA 0x2 Érico Veríssimo
Rondon 2x0 ESFA
São José B 1x2 Érico Veríssimo (22x20 / 14x21 / 11x15)
São José B 2x0 ESFA (22x20 / 21x11)
Rondon 2x0 Érico Veríssimo

Classificados: 1º Érico Veríssimo
                      2º São José B

Parabéns gurias, dia 30 tem mais



terça-feira, 6 de novembro de 2012

OLIMPIADAS 200 ANOS PELOTAS

Resultados pré-mirim feminino:

06/11 - Colégio Gonzaga
São José A 2x0 CM Pelotense
Gonzaga 2x1 CM Pelotense
Gonzaga 1x2 São José A

Classificados para 2ª fase - 1º São José A
                                          2º Gonzaga


sábado, 3 de novembro de 2012

OLIMPÍADA 200 ANOS DE PELOTAS

MIRIM FEMININO

CHAVE A                                           CHAVE B
São José B                                         Mario Qiuntana
Marechal Rondon                                São José A
Érico Veríssimo                                   Pelotense
São Francisco


08/11 - Quinta-feira - Colégio Érico Veríssimo
1 - 13:30 - São José B  x  Marechal Rondon
2 - 14:00 - Érico Veríssimo  x  São Francisco
3 - 14:30 - Venc 1  x  Perd 2
4 - 15:00 - Venc 2  x  Perd 1
5 - 15:30 - Perd 1  x  Perd 2
6 - 16:00 - Venc 1  x  Venc 2

21/11 - Quarta-feira - Colégio São José
7 - 10:30 - Mario Quintana  x  São José A
8 - 11:00 - Pelotense  x  Perd. 7
9 - 11:30 - Pelotense  x  Venc 7

30/11 - Sexta-feira - Colégio São José
10 - 13:30 - Semi-final - 1Ch A  x  2Ch B
11 - 14:00 - Semi-final - 1Ch B  x  2Ch A
12 - 15:00 - 3/4 - Perd 10  x  Perd 11
13 - 15:30 - Final - Venc 10  x  Venc 11
OLIMPÍADA  200 ANOS DE PELOTAS


PRÉ-MIRIM FEMININO

São José A                                       São José B

Carina Moreira                                  Bruna Weege
Laura Zanetti                                     Eduarda Nova Cruz
Isabella Michelon                               Julia Moreira de Avila
Amélia do Brasil                                Laura Martins da Silva
Isadora Oxley                                   Luiza de Freitas Treichert
Marina Soares                                  Maria Antonia Fetter Zambrano
Isadora Góes                                    Marina Deves
Flávia Rocha                                     Rafaela Voser
Julia Bicca Martins                            Rafaela Jeffe Mondadori
                                                        Raquel Zimmer
                                                        Sophia Portella de Mello
                                                        Mariana Fischer dos Santos
                                                        Ana Julia da Rosa Decker


CHAVE A                           CHAVE B
São José A                           São José B
Pelotense                              Érico Veríssimo
Gonzaga                               Marechal Rondon

06/11 - Terça-feira - Colégio Gonzaga
1 - 18:30 - São José A  x  Pelotense
2 - 19:00 - Gonzaga      x  Perd. Jogo 1
3 - 19:30 - Gonzaga      x  Venc. ogo 1

12/11 - Segunda-feira - Érico Veríssimo
4 - 13:30 - São José B  x  Érico Veríssimo
5 - 14:00 - Marechal Rondon  x  Perd. Jogo 4
6 - 14:30 - Marechal Rondon  x  Venc. Jogo 4

19/11 - Segunda-feira - São José
7 - 13:30 - 1Ch A  x  2Ch B
8 - 14:00 - 1Ch B  x  2Ch A
9 - 14:30 - 3/4 - Perd. Jogo 7  x  Perd. Jogo 8
10 - 15:00 - Final - Venc. Jogo 7  x  Venc. Jogo 8